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domingo, 2 de março de 2008

Despedida do Daniel e passeio em Campo Magro

Um belo domingo de sol. Já saí de casa um pouco atrasado. Fiquei acordado até tarde para assistir a entrevista de Elza Soares e meu cunhado Marku Ribas no programa Altas Horas, a respeito do filme Chega de Saudade, no qual fazem o papel de crooners da orquestra que conduz o baile. A trilha sonora já lançada em CD é muito boa e variada. Não sabia se chegaria a tempo, mas a bicicleta revisada, e já testada na Bicicletada Bissexta, tava prontinha, foi só sair. Cheguei pouquinha coisa depois das nove, estava lá o pessoal.

O Pepe apareceu, que bom, melhorou da gripe! Mesmo não indo no passeio, é muito bom vê-lo pedalando na cidade.









Daniel e Vera desta vez já estavam lá, fizemos imediatamente uma ligeira sessão de fotos (Daniel é meu chapa mesmo, que fotógrafo foi arrumar...). Apaixonados, os dois vão para o exterior, viver em Israel! Tudo de bom para os dois, que merecem! Não precisam nem pedalar hoje.



Novamente, dois pneus furados já na praça. Conserta daqui, conversa dali, fotos para acolá, acho que saímos para mais de nove e meia. Pela ciclovia, rumo ao São Lourenço, mas continuando pelo subidão da Mateus Leme até o trevo para pegar o contorno rumo à BR 277 sentido Ponta Grossa. Subidinha puxadinha no início do contorno. Depois, pedalar até a entrada de Campo Magro, subindo a Manoel Ribas. Paradinha para um caldo de cana com chorinho, continuação até o Clube de aeromodelismo, na altitude de 1.012 m segundo o google maps. Ah, já ia esquecendo de contar sobre mais um furo no pneu do Ricardo, premiado com vários consertos desde a semana passada.










O pessoal tava apressado, voltou logo, sem dar tempo de experimentar o pastel de banana elogiado pela turma. As subidonas encaradas depois do contorno e no caminho do Clube de Aeromodelismo ficaram para trás, e veio um percurso mais maneiro, ainda com pequenas subidas intercaladas com boas descidas. Num trecho de bosque saiu a corrente da Gerce, que ela deu logo um jeito de recolocar com a minha ajuda, e logo alcançamos o Jansen que nos esperava. Susto mesmo foi quando o cachorrão de cara feia prá caramba deu uma corrida na Gerce e depois veio para o meu lado. Pensei cá comigo, cara, se esse cachorrão quiser morder meu calcanhar vai acabar comigo, tô pedalando forte para correr dele e não consigo desclipar, para soltar os pés tenho que parar, se ele quiser me pegar vai ser moleza para ele ... Mas ainda bem que fez meia volta. Depois fiquei lembrando da Oração do Ciclistas, na parte em que diz: Fazei com que os cães, melhores amigos do homem e das crianças, não nos persigam, não ponham em risco nossas vidas.



Logo alcançamos a BR 277 e em pouco tempo a divisa Campo Largo – Curitiba. Dali a minha chegada em casa ali no Bigorrilho foi um pulinho, uns 10 km de descida (depois da subida do posto policial) e amplo acostamento, mas o Romualdo, o Jansen e a Gerce ainda tinham mais uns 5 km com umas subidinhas puxadinhas. Algumas fotos adicionais estão no meu álbum.

A quilometragem que fiz atingiu 50 km, máxima de 51 km/h, 3 horas e 20 minutos, média de 14,2 km/h. A média é baixa, mas não nos preocupa. Pegamos muitas subidas pesadas e não estamos em nenhuma competição, o negócio é passear.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Roça Nova

Hoje o Daniel nem foi pedalar. Acho que ficou ressabiado com as reclamações da semana passada ... um tanto injustas, eu acho. Pediu-me que tirasse umas fotos dele e da Vera juntos, mas ela não chegou a tempo. Ele tem muito boa vontade, até elogiou minhas fotos! Pode ser que alguma escape, mas reconheço que não sou bom fotógrafo.
Veio um monte de gente, acho que vieram uns 25 ciclistas, velhinhos e novinhos. O Romualdo sugeriu nova ida a Roça Nova em Piraquara, pegando a estrada da roseira e depois a estrada da laranjeira, por onde se chega ao local onde há uma estação de trem desativada e um pequeno povoado. É uma região bela, com muitas chácaras e alguns haras pelo caminho.

Fomos na direção de Pinhais, até em frente ao Carrefour. Passamos por um monte de ciclistas, parece que hoje todos resolveram tirar as bicicletas dos depósitos. Já ficamos sabendo que na saída houve dois pneus furados. Esperamos um pouco, mas a garoa e a ameaça de chuva fez com que mais da metade do pessoal resolvesse voltar dali. Continuamos. Mais à frente, próximo à Colway, depois de uns cacos de vidros no acostamento, paramos para um conserto de pneu furado. Antes de terminarem o conserto, pensei em seguir com o João, mas quem disse que dava. Agora era o meu pneu dianteiro. Já iniciei a troca, mas o colega que acabara de consertar o seu tinha um outro furo. Foi o tempo para o grupo que tinha ficado lá pelo Centro consertando pneus nos alcançar.

Seguimos pela estrada da Roseira, os novos amigos seguiram por ela enquanto seguíamos para Roça Nova na estrada de terra. Desta vez a estrada estava enlameada. Então foi interessante experimentar o pedal com um pouco de lama. Não houve problema no subidão porque as pedras soltas que normalmente incomodam seguravam bem os pneus.

Metade do grupo ainda foi conhecer o túnel do trem, mas o Romualdo, João, um conhecido que eu não sei o nome e eu seguimos até a padaria de Piraquara para um pão com manteiga e uma média de café com leite. E a turma nos alcançou novamente, ô pessoal bom de pedal na lama, Ricardo, seu filho Guilherme, amigos, e outros.








Gostei do passeio e da novidade da lama, ainda mais que foi pouquinha. No meu caso foram 76,61 km, 54 km de máxima, 4h35minutos de passeio, 16,7 km/h de média. Amanhã é dia de mandar lavar a bicicleta e fazer uma revisão geral, já são mais de 2000 km no exemplar de passeio. Com a chuva, quase não tirei fotos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Passeio de 3 de fevereiro de 2008



Havia 14 pessoas, muita gente nova no grupo e de idade também.

Bem se diz que quem é vivo sempre aparece. Pois vieram o Roberto e a Jussara, depois de um século de ausência.

As principais estrelas dos Velhinhos não vieram. Muitos continuam pelas praias, vários foram com o Américo para o cicloturismo no litoral de Santa Catarina.

Claro que sentimos falta deles, mas não dá para ficar parado, não é mesmo?. Como o Daniel sabe um monte de percursos, fomos seguindo-o. Passamos por alguns trechos não costumeiros, indo pelo Bacacheri. Fomos a Quatro Barras pela Rua da Graciosa, depois seguimos em direção de Campina Grande do Sul e voltamos pela mesma rua. Nessa altura já éramos em 11, pois algumas pessoas desistiram. O percurso foi interessante também porque tinha um certo equilíbrio de subidas e descidas, puxado, mas não demasiado, e agradável.

Na minha marcação foram 81,84 km! Média de 15,9 km/h, máxima de 58,5 km/h, 5 horas de passeio. Cheguei em casa às 3 da tarde, foi puxado mesmo!

A companhia estava muito agradável. Mais fotos no meu álbum ou na lista de discussão Yahoo.