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domingo, 1 de junho de 2008

Planos ...

Hoje eu ia trair os meus Velhinhos. Ia para a Colônia Wittmarsum com o grupo do Ronaldo. Arrumei tudo, troquei os pneus de véspera. Acontece que amanheceu o dia gelado ... aprontei-me todo e fui de bicicleta até a loja. Quem disse que o povo teve coragem? Nãnãnã, cancelaram ...

Lá fui eu, passei em casa para trocar a mochila e me mandei para a Turma dos Velhinhos. Ô, pecado, cheguei 9 e 9 não achei mais ninguém. É claro, num dia frio assim não há quem aguente esperar parado, tem que pedalar. Ainda zanzei um pouco pelas imediações, o Centro Cívico estava cheio de gente, em função da Corrida do Desafio – acho que é isso, não consegui encontrar nenhuma referência na internet.

Para não perder a pedalada de domingo fui até o Zoológico, um percurso de baixa dificuldade, que gosto de fazer de vez em quando. Novidades? Não muitas. A Placas Paraná funciona a todo vapor, como mostra a foto e esse vídeo no You Tube.

Num ponto determinado está sendo feito um trabalho de contenção.

Parabéns à Prefeitura. Porém, podiam pelo menos ter arrumado uma passagem provisória para pedestres, que se expõem ao risco de atropelamento. Por outro lado já há outra erosão em estado avançado num outro ponto do canal.

Também foi feito o conserto de uma ponte para pedestres, colocando-se uma placa nova, que desde a primeira vez que lá passei, em maio de 2007, até a passagem anterior, estava ausente.


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No fim das contas foram 55 km bem tranquilos.

domingo, 18 de maio de 2008

Borboletário



Só mesmo o Tarzan para descobrir algo do gênero: um criadouro de borboletas!

Eu nem imaginava que existia algo assim, quando uma vez ele contou ter passado tantas horas entretido em fotografar as borboletas, que esqueceu de se alimentar, de beber água, de tudo enfim. Só percebeu no fim da tarde, quando sentiu uma certa indisposição. Claro, recuperou-se assim que se alimentou.

O dia de hoje foi especial, porque conseguimos nos reunir com a super gente boa turma da Roda Livre, liderados pelo Marcos e pelo Luciano, e combinamos ir juntos até o Borboletário, por um preço bem camarada. Deixamos o pessoal carregar as bicicletas no reboque, nos acomodamos com todo conforto no micro-ônibus e fomos até Quatro Barras.

Foi uma pena que a bicicleta do Romualdo teve problema no câmbio traseiro, sem possibilidade de recuperação no local. Ele acabou voltando e esperando a gente para retornar ao Centro Cívico.

O local é próximo ao Morro do Anhangava e é a Reserva Ambiental Serelepe. É algo fascinante. Um detalhe interessante é que a chave do portão havia sido perdida, mesmo assim seguimos pela estrada de terra, todo mundo olhando para ver se encontravam a chave. O incrível, extraordinário é que eu ia por último, e depois de passarem os 13 ciclistas pela estrada, quem é que olha para o chão e bate o olho na chave? Eu! O pior é que nem joguei na Mega-Sena na semana... Com isso pudemos visitar o belíssimo borboletário. Creio que todos gostaram muito. Não vou passar muitos detalhes, porque o Tarzan já participou de uma matéria que será veicula pela RPC TV no programa Meu Paraná, sobre fotografia da natureza. Em ocasião próxima, haverá outra cobertura do borboletário em si. Com relação aos exemplares de fotos que vimos, só podemos dizer que são maravilhosas. Será de grande proveito para quem for visitar a exposição a ser feita também.

Acho que todos os participantes gostaram muitíssimo do passeio, de receber e aproveitar essa oportunidade de visita muito prazerosa. Bom, eu como fotógrafo, por outro lado, não estive num dia muito bom, às vezes consigo acertar alguma coisa, mas hoje não fiquei muito satisfeito com os resultados das fotos não. Um dia ainda aprendo, afinal sou um Velhinho Novo. Mesmo assim, espero que o Luis ainda consiga aproveitar algum recorte para sua publicação ou para a página da Roda Livre mesmo.

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domingo, 13 de abril de 2008

domingo, 23 de março de 2008

Domingo de páscoa e zoológico



Hoje fomos novamente ao zoológico. Estávamos em 17 pessoas. Com esse percurso, por ser mais plano, embora longo, coisa de 54 km ida e volta, o Pepe pôde acompanhar perfeitamente o grupo, mesmo ainda estando em recuperação.

Mesmo percurso, mas outro momento, outras pessoas, um novo passeio.
Três pessoas vieram pela primeira vez: o Douglas e o casal Paulo e Denise. Ótima companhia. Foi um passeio muito legal, mais uma vez.

As fotos: uma ligeira pausa para reagrupamento do pessoal. Pepe, 82 anos, meu ídolo, pedalando firme no seu ritmo. Um par de araras azuis.





Espero que no próximo domingo a gente consiga chegar mais cedo e ir até uma gruta a 25 km de Colombo, que o Villa foi na sexta-feira passada.

sábado, 22 de março de 2008

Zoológico

Durante a semana fiquei sabendo de um acidente, ocorrido no domingo de ramos, com um cicloturista em passeio de grupo nas proximidades da cidade. Até mandei um e-mail para a Dóris, buscando mais informações, mas a situação era de espera mesmo.

Mas na 5a.-feira depois do trabalho ainda encontrei um outro e-mail da Dóris chamando para um passeio na 6a. Respondi dizendo que iria no horário de sempre, mas na 6a.-feira estava me preparando um pouco mais cedo quando ela me telefona para ver se a gente conseguia sair às 8. Dito e feito, consegui chegar na hora, no mesmo momento em que a Dóris chegava, e ainda esperar a presença da Patrícia e do Jaílson. Ele tinha esquecido do capacete e voltou correndo para buscar, em sua casa pertinho do local de encontro.

A minha sugestão foi para irmos ao Zoológico, por ser um percurso mais leve. A Patrícia disse que nunca tinha ido, fiquei até surpreso. O caminho que a gente faz costuma ser pela rua Canal do Rio Belém. No início do ano já fiz esse caminho com meu filho caçula que me visitava aqui em Curitiba, uma ótima lembrança. Coitado do Rio Belém. Amanhã não, hoje, 22 de março, é o Dia Nacional da Água, estava prevista uma pedalada desde a sua nascente, no bairro Cachoeirinha, até o Parque Náutico Iguaçu, passando pelo São Lourenço, Centro Cívico, Centro, Rebouças, Boqueirão. Mas creio que não haverá o evento, em razão do acidente referido. O que era para ser uma ciclovia paralela à rua não mais existe, devido à erosão das margens.

No caminho encontramos o senhor Alfredo, que escreve numa língua desconhecida para nós. Sua mansão é cheia de faixas ininteligíveis. Ele diz que já está morto há 63 anos, segundo os documentos, mas ninguém acredita nem resolve o seu problema. Um tanto estranho mesmo, acho que é uma figura reconhecida na cidade.

Desta vez quem deu problema foi a minha bicicleta. Já no Boqueirão, bem próximo ao Parque Náutico Iguaçu, escutei um estalido no selim. Estávamos já meio perdidos no caminho, tentando achar o local correto, quando me afastei um pouco dos companheiros, e aí o selim caiu de vez. Pude ver que se tratava do parafuso de fixação do mesmo, partido ao meio. Comecei tentar pensar em alguma maneira de fixar o selim para voltar, mas descobrimos a bicicletaria do Odair bem pertinho dali. Pedalar só com o canote, sem o selim, foi moleza sem ter ninguém para ficar fazendo gozação. Minha sorte foi que a turma não estava toda lá para depois ficar pegando no meu pé. Mas o dono da Nego Bike conseguiu arrumar um parafuso por lá, nem sei como. Eu pensara que o passeio já tinha terminado dali, mas que nada, o conserto nem demorou tanto assim e pudemos continuar até o zoológico como planejado.

Acabou sendo um bom passeio, como saímos mais cedo voltamos num horário bom (por volta do meio-dia), mesmo com o incidemte do selim. Só esqueci de marcar a quilometragem, mas ali dá uns 50 km de distância, ida e volta, mais ou menos.